segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Surdos...


Foi uma grande descoberta para mim, saber que os surdos, não devem ser considerados como deficientes físicos (auditivos) como eu pensava e sim como uma cultura diferente.

Pela falta de conhecimento até hoje pensava desta forma, mas consegui ver além, entender que uma cultura diferente são modos diferentes de ver e sentir o mundo de forma diferente. E que a cultura surda está inserida e espalhada pelo mundo em comunidades surdas, que são organizações formadas por ouvintes também, que tem as mesmas metas e objetivos.

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Alfabetização...

Depois de ler o texto "Leitura, Escrita e Oralidade Como Artefatos Culturais" consegui compreender ainda que por alto, um pouco da trajetória da alfabetização. Ou seja, primeiro a leitura vinha em primeiro plano (silenciosa e explicada), depois passou-se a adotar a leitura oral e expressiva, a seguir a alfabetização começa a ter um valor maior e um período para que ela aconteça na escola dando assim início à escrita precoce.
Por fim aparece um novo conceito - o letramento - que é saber fazer uso da escrita e da leitura na sociedade.
Como eu não trabalho com o Ensino Fundamental, não sei quais métodos ou linhas as escolas seguem ao alfabetizar, mas tenho certeza que as idéias que a autora deste texto nos traz (como trabalhar os diversos tipos de linguagem, por exemplo) se seguidas, obterão êxito e proporcionarão um melhor aprendizado.

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Considerações sobre o Pead...

Cada vez que temos um novo trabalho para fazer, procuro sempre procurar outras fontes na internet, porque ás vezes isto facilita a compreensão de determinado assunto. Bom, isto me leva à questão pela qual iniciei esta postagem, ou seja, quanto mais leio artigos, visito site relacionados à educação, mas acho falas sobre a importância de trabalhar este ou aquele tema com os professores, então mais uma vez pude entender que todos os conteúdos estudados por nós, alunos do Pead, são considerados visando ampliar nossa visão e nossa mente para conhecer o que é preciso conhecer para entender nossos alunos e principalmente para melhorar a qualidade da educação de nosso país.

domingo, 7 de junho de 2009

Ainda aprendendo sobre PA...

O PA está se tornando cada vez mais complexo, o que parecia resolvido e entendido para mim no último semestre, está se mostrando mais intenso e mais complicado neste, ou seja, enquanto estamos discutindo o primeiro mapa conceitual, já nos sentindo de certa forma seguras, vêm as professoras e nos jogam num turbilhão de perguntas, que geraram mais dúvidas, mas dúvidas que nos levaram a compreender melhor o papel do mapa, que é como se fosse uma fotografia da nossa mente, são as relações entre os conceitos, ou seja, entre as coisas (certezas) que sabemos/temos.

Aprendizagem...

Como a Sibicca colocou no último comentário, somos todos diferentes na subjetividade, ou melhor, na sua construção. E refletindo sobre esta questão, um ítem que cabe aqui é a aprendizagem, pois ela se dá de formas diferentes e em tempos diferentes de pessoa para pessoa, como pudemos constatar estudando os tipos de estágios de Jean Piaget.
E concordo também que somos iguais em termos de direitos, deveres, obrigações, e isto encaixa-se inclusive na educação.

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Somos todos iguais?

Durante o Fórum que citei na postagem anterior, também fiz nova descoberta. Pode até parecer errado, mas certamente eu sempre afirmei que éramos todos iguais, independente de raça, deficiência, religião, etc. E pensando agora, este conceito em mim, nasceu desde quando minha mãe me ensinou assim (e isto ficou enraizado pois com seus ensinamentos ela queria que eu aprendesse que ninguém é melhor do que ninguém), mas agora me dou conta de que há o outro lado, ou seja, somos todos DIFERENTES e não iguais, coloca-se um surdo ao lado do outro e eles pensarão de forma diferente, assim como aqueles que não têm deficiência alguma, então para quê generalizar?
Percebi que antes de ser uma pessoa com deficiência ou não, sou uma pessoa e como tal, única.

Educação Inclusiva

Participando da 74° Plenária Fórum Estadual de Políticas Públicas para Pessoas com Deficiência e Pessoas com Altas Habilidades no RS, aprendi que o objetivo deste fórum permanente é formar uma rede de trocas de informações e experiências entre municípios.
Consegui visualizar que as necessidades dos diversos municípios participantes (Sapiranga, Campo Bom, Parobé, Araricá, Taquara, Riozinho, entre outros) são muito parecidas. Pois todos buscam a capacitação de seus professores, procuram por políticas que ajudem na acessibilidade e acreditam não só em uma escola inclusiva, mas em um mundo inclusivo, onde todos tenham acesso tanto aos locais quanto à informação.
Aprende-se muito mais ao ver e participar de debates onde são discutidas questões fundamentais de inclusão para o nosso trabalho como professor do que somente ficar na leitura.
Abre-se então um leque de possibilidades, tanto na aprendizagem das leis quanto aos movimentos e trabalhos que são realizados com pessoas com necessidades especiais.